Instituto Unmaní · Yoga
Menos argumento,
mais movimento.
O Instituto Unmaní reúne formação de professores, prática, estudo e vivências em Hatha Vinyasa Yoga. Uma escola que trabalha corpo, respiração, tradição e didática como um mesmo campo.
A inteligência do corpo é o sentir.
Antes da forma, a percepção. As aulas, as formações e as vivências do Instituto partem daí: do apoio, da respiração e da escuta do próprio corpo.
Comece por onde fizer sentido para você. Estes três caminhos organizam o site e a escola.
Hatha Vinyasa Yoga 200h
Um percurso de estudo, prática e formação docente em yoga, corpo, respiração, tradição e didática. Turmas presenciais ao longo de 2027.
Por que Unmaní?
Unmaní é um termo sânscrito que aponta um estado além da agitação da mente: quietude, clareza, presença. No Haṭha Yoga Pradīpikā, texto clássico da tradição, ele nomeia a condição em que a mente se aquieta e a prática encontra o seu propósito.
A escola carrega no nome o estado para onde a prática aponta.
Escolher esse nome foi escolher uma direção: uma prática que não termina na forma da postura, mas no modo de estar presente nela. É isso que estudamos, praticamos e ensinamos, das aulas à formação de professores.
O método
O Método Unmaní
Uma abordagem de prática e ensino que reúne educação somática, anatomia aplicada, respiração, meditação, Krama e fundamentos tradicionais do yoga.
O Método Unmaní organiza o estudo e a prática do Hatha Vinyasa Yoga a partir de uma visão sistêmica do corpo, da respiração, da tradição e da didática.
Uma estrutura viva de prática e ensino
O Método Unmaní nasceu da prática de ensinar. Ao longo dos anos, o Instituto organizou em uma linguagem pedagógica própria campos que já pertencem ao yoga e aos estudos do corpo: Hatha Yoga, Vinyasa Krama, educação somática, anatomia aplicada, respiração, meditação, tradição e formação docente.
O método não pretende ser um sistema fechado. Ele oferece uma forma de estudar, praticar e transmitir o yoga com precisão, profundidade e responsabilidade, sustentando aulas, formações, vivências, retiros e laboratórios.
O corpo como campo de aprendizagem
No método, o corpo é compreendido como campo de percepção. A prática observa apoio, eixo, tônus, estabilidade, mobilidade, permanência, transição, olhar e relação com a gravidade e com o espaço.
A postura não é tratada como forma isolada a ser reproduzida. Ela faz parte de um processo maior de organização corporal, em que a educação somática refina a escuta e o gesto se constrói antes da forma.
A respiração como eixo
A respiração ocupa lugar central no método. Ela orienta o ritmo da prática, sustenta o movimento, prepara a atenção e abre caminho para o estudo dos pranayamas.
Esse campo inclui o trabalho com Kumbhaka, as polaridades solares e lunares, os ritmos integradores e a escuta respiratória. Respirar, aqui, é prática de presença e objeto de estudo, com progressão pedagógica e cuidado técnico.
Krama: a inteligência da progressão
O Krama oferece ao método a inteligência da progressão. Cada aula tem uma construção coerente, enraizada no Hatha Yoga: um percurso que prepara o corpo, organiza a respiração e conduz a atenção, com início, desenvolvimento, integração e fechamento. Cada etapa prepara a seguinte, e cada adaptação respeita o praticante.
Na experiência de quem pratica, isso aparece como uma aula que faz sentido no corpo. Há tempo para chegar, intensificar, recolher e integrar. O convite, ao longo de todo o percurso, é sentir o que acontece e refinar a relação com o próprio corpo.
A arquitetura completa da prática é conteúdo transmitido na formação de professores do Instituto.
Tradição como fundamento vivo
A tradição sustenta a prática. O repertório de estudo do método reúne o Hatha Yoga e seus textos clássicos, os Yoga Sūtras de Patañjali, a tradição Nātha, o Tantra, o Śivaísmo da Caxemira e o conceito de Spanda, além do trabalho com Bandhas, Mudrās, Drishti e fisiologia sutil.
Esses fundamentos aparecem em diálogo constante com o corpo, a respiração, a atenção e a didática. A tradição não é ornamento: é o solo do qual a prática retira sentido e direção.
Formar professores é formar linguagem
O método sustenta a formação de professores do Instituto. Ao longo do percurso formativo, o aluno estuda a prática, desenvolve leitura corporal, aprende a organizar aulas, constrói sequências, investiga a linguagem de condução e aprofunda os fundamentos do yoga.
O resultado é uma presença docente mais responsável: professores capazes de transmitir uma experiência com estudo, clareza e cuidado com quem pratica.
Um mesmo campo, muitas experiências
Formações, vivências, retiros, laboratórios e textos do Instituto partem desse mesmo campo: corpo, respiração, prática, estudo, linguagem e experiência.
Nas formações, o método aparece como eixo pedagógico. Nas vivências e retiros, como experiência direta de prática, escuta, silêncio e convivência. Nos textos, como pensamento que acompanha e aprofunda a prática.
Se você deseja conhecer o método na prática, há três caminhos.
Formação de professores
Hatha Vinyasa Yoga 200h
Um percurso formativo para quem deseja estudar o yoga com profundidade, desenvolver prática pessoal, compreender o corpo e a respiração com mais precisão e aprender a transmitir aulas com responsabilidade pedagógica.
Brasília
Hatha Vinyasa Yoga 200h. Formação presencial, um fim de semana por mês.
Ver formação → Turma 2027Goiânia
Hatha Vinyasa Yoga 200h. Formação presencial, um fim de semana por mês.
Ver formação → Turma 2027Ponta Grossa
Hatha Vinyasa Yoga 200h. Formação presencial, um fim de semana por mês.
Ver formação →Posturologia, anatomia e somática
Alinhamento, planos corporais e educação somática como base da prática.
Pranayamas, bandhas e energia
Respiração, retenções, código bandha e fisiologia sutil.
Vinyasa Krama e método
Sequenciamento, viniyoga, meditação e o método Unmaní.
Filosofia e história
História do yoga, Tantra e Spanda, Yoga Sūtras e psicologia do yoga.
Ensino e docência
Didática, práticas supervisionadas e a profissão de professor.
Pesquisa e extensão
Produção acadêmica e projeto social como fechamento do percurso.
Cada cidade tem calendário, local, investimento e detalhes próprios. Abra a página da cidade para ver a formação completa.
Retiros e vivências
Experiências fora do formato de formação.
Retiros, imersões, laboratórios e práticas restaurativas. Encontros presenciais para estudar, praticar e experimentar o yoga em outro ritmo.
Retiros
Dias dedicados à prática, ao estudo e ao repouso, fora da rotina.
Laboratórios
Encontros de investigação sobre temas específicos do método.
Restaurativas
Yin Yoga e Yoga Restaurativo, com foco no recolhimento.
Experiências de estudo
Vivências pontuais abertas a praticantes e professores.
Intensivo · Planeta Verde, Brasília
Intensivo de Hatha Yoga
A organização do corpo pelo olhar do Hatha Yoga. Três dias para estudar o corpo em prática.
Três dias para estudar o corpo em prática.
Durante três dias, no Planeta Verde, o corpo será tomado como campo de estudo. A prática será conduzida por camadas: chão, apoio, respiração, centro, permanência, transições, repouso e integração.
O eixo do encontro vem do Hatha Yoga e do Hatha Vinyasa Krama. A prática não será pensada como sequência acumulada de posturas, mas como percurso: uma forma de organizar corpo, respiração e atenção ao longo do tempo.
O corpo aprende quando encontra tempo, sequência e suporte.
O corpo aprende quando encontra tempo, sequência e suporte.
Não é uma sequência de aulas soltas. São três dias desenhados como um só percurso: o corpo chega, se organiza, aprofunda e assimila — com o tempo que a prática pede.
Três dias inteiros
Sem pressa e sem dispersão, para a prática realmente acontecer.
Hatha Vinyasa Krama
Uma construção por camadas, com direção, progressão e cuidado.
Ambiente e repouso
Yoga restaurativa, props, turma reduzida e um lugar que sustenta o corpo.
Hatha Yoga e Vinyasa Krama
Prática corporal conduzida por camadas, do chão à permanência.
Core e respiração
O centro que organiza pelve, coluna, respiração, braços e pernas.
Leitura do corpo
Estudo corporal aplicado, permanência nos āsanas e transições.
Satsanga e restaurativa
Rodas de conversa, yoga restaurativa e integração final.
O corpo não aprende apenas pela forma
A postura pronta diz pouco. O corpo revela mais na entrada, na transição, na respiração que encurta, no apoio que falha, no centro que endurece. O āsana será estudado como acontecimento corporal, não como imagem congelada.
A postura é só uma parte da prática. O caminho até ela também ensina.
Core é organização, não dureza
O core será trabalhado como centro de sustentação. Pelve, abdome, diafragma, coluna, cintura escapular, braços e pernas entram numa mesma conversa, deslocando o core da lógica fitness.
Core é o centro organizando a conversa entre chão, coluna, respiração, braços e pernas.
A respiração mede a prática
A respiração mostra quando o corpo atravessou um limite sem perceber. O movimento deve acompanhar o ciclo respiratório, começando e terminando com ele.
Quando a respiração muda, a prática começa a dizer algo.
Krama cria percurso
Cada prática prepara a seguinte. Cada bloco do fim de semana tem uma função. Uma prática bem construída não empilha posturas: ela cria caminho.
Uma prática bem construída não empilha posturas. Ela cria caminho.
O repouso também faz parte do estudo
A yoga restaurativa entra como parte da aprendizagem corporal. O suporte, a permanência e a desaceleração ajudam o corpo a assimilar o que foi vivido.
O corpo também aprende quando encontra apoio suficiente para repousar.
O sábado abre o campo. O domingo aprofunda. A segunda integra.
Sábado
Domingo
Segunda
Uma casa de terra e mata, à beira de Brasília.
O Planeta Verde é um sítio de construções orgânicas de terra — domos, tetos de barro e claraboias — cercado por jardins, pomares, espelhos d'água e piscinas, a poucos minutos da cidade.
Um lugar onde a arquitetura, o verde e o silêncio já convidam ao recolhimento. A prática ganha outro corpo quando acontece num ambiente assim: quente, orgânico, vivo.







Praticantes de yoga, alunos do Unmaní, professores, estudantes em formação e pessoas interessadas em aprofundar a relação entre corpo, respiração e prática.
Uma experiência de Hatha Yoga também depende do ambiente. Por isso o intensivo será no Planeta Verde, com turma reduzida e programação organizada para que prática, estudo, alimentação, convivência e repouso tenham lugar.
Confirmar: datas e valor de 2027, imagens do evento e link definitivo de inscrição.
Retiro · Planeta Verde, Brasília
Unmanidades
Um encontro entre corpo, palavra, natureza, silêncio, convivência e criação. Um modo mais sensível de estar junto.
Reaprender a fazer presença com menos pressa.
A proposta não é apenas praticar yoga durante alguns dias, mas entrar em contato com um modo mais sensível de estar junto. Um espaço para respirar fora do excesso, caminhar, escutar, escrever, praticar, conversar e permitir que a experiência do corpo se misture ao território.
A palavra “humanidade” costuma ser pensada pela razão e pela linguagem. O Unmanidades propõe outra entrada: perceber o humano também pelo corpo, pela respiração, pelo modo como repousa, se move, escuta e convive.
Perceber o humano também pelo corpo.
Menos discurso, mais presença. Três dias para respirar fora do excesso — caminhar, escutar, escrever, praticar e deixar o corpo se misturar ao território.
Prática e respiração
Yoga e respiração para habitar o próprio ritmo, sem cobrança.
Rodas e escrita
Escuta e partilha: a experiência ganha linguagem e encontro.
Território vivo
Mata, água e céu aberto como parte da vivência, não cenário.
Yoga e respiração
Práticas de yoga e respiração ao longo dos dias.
Contemplação
Momentos de silêncio e contemplação.
Rodas de conversa
Escuta, presença e partilha em roda.
Contato com o território
Caminhar e deixar a experiência do corpo se misturar ao lugar.
Práticas integrativas
Práticas corporais mais suaves e integrativas.
Alimentação e pausa
Convivência, alimentação, pausa e partilha.
Sábado
Domingo
Segunda
Programação-base, sujeita a ajuste conforme as condições do espaço. Datas de 2027 e valor a confirmar.
Talvez a gente não precise de mais estímulo o tempo inteiro.
Talvez precise reaprender a fazer presença com menos pressa.
Uma casa de terra e mata, à beira de Brasília.
O Planeta Verde é um sítio de construções orgânicas de terra — domos, tetos de barro e claraboias — cercado por jardins, pomares, espelhos d'água e piscinas, a poucos minutos da cidade.
Um lugar onde a arquitetura, o verde e o silêncio já convidam ao recolhimento. A prática ganha outro corpo quando acontece num ambiente assim: quente, orgânico, vivo.









